Fica a Dica.

Esta semana esta eu passeando pela grande selva tecnológica que é a internet e descobri um blog super maneiro (com sotaque). Um bolg tipo bombril, mil e uma utilidades, e com um dono mais simpático ainda, na qual espero eu nos tormar grandes amigos, cá entre nois, ninguem pode dispensar a amizade de uma pessoa tão cult assim. Desejo ao Soffisticado todo o sucesso do mundo e para  meu mais novo amigo Sirlei Jr. toda a criatividade dos deuses…e se faltar me procura que eu te dou um empurrãozinho.

 

Um Grande abraço.

A dica do dia…

Andrea Bocelli

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Um exemplo de superação e talento. Na infância tocava órgão na igreja próxima a sua casa, aos doze anos de idade perdeu a visão, mas, mesmo assim se formou em direito. Teve aulas de canto com o maestro Luciano Bettarini, dedicando-se à musica em tempo integral. Ganhou o Festival de San Remo despontando assim para uma carreira promissora e sem volta. Um tenor de voz doce e romântica, com técnica e simplicidade que hipnotiza e apaixona qualquer pessoa. Fica a dica deste dia bucólico…

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E o assunto é

PIXINGUINHA

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O seu nome verdadeiro era Alfredo da Rocha Viana Filho, isso depois de muita confusão. Mas, isso não o impediu de tornar-se um dos maiores compositores da música popular brasileira e o pai do choro.

 

Logo no inicio formou um conjunto por nome Oito Batutas onde tocava sua flauta acompanhada de João Pernambuco e Donga no violão entre outros músicos.

 

Foi criticado ao compor Carinhoso, que não foi considerada choro e sim polca, por ter uma inaceitável influência do jazz, sendo que hoje em dia pode ser vista como avançada demais para aquela época.

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Daí por diante compôs outras varias maravilhas sonoras como Rosa, Lamento, Vou vivendo e 1 x 0. Pixinguinha faleceu na Igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, no Rio de Janeiro, quando era padrinho em um batizado.

fonte: Wikipédia, site oficial “Pixinguinha”.

fotos:

 http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/sintoniamusical/?id=818124

http://cordeirocarlosmelodias.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

BLAZER

Celebrizado na época da rainha Vitória, da Inglaterra, o paletó azul marinho foi inventado em 1837 pelo capitão do veleiro SS Blazer. Feito de flanela com duas fileiras de quatro ou seis botões dourados, era a roupa dos tripulantes do navio antes de ser adotado por dez entre dez iatistas e se transformar num clássico urbano. Quem o transformou em roupa social foi Pierre Cardin no seu inicio de carreira como estilista.

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O blazer é uma das peças mais versáteis do guarda roupas masculinas, já que vai bem com calça social e também com jeans e gravata.

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No caso da calça social, a composição mais clássica é usar o blazer com calça cinza ou bege escuro ou ainda usar com jeans, em uma questão de casualidade.

 

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Também se pode usá-lo com calça social e malhas de gola rulê.

 

 

 

É tão versátil que combina até com um clássico paletó príncipe de Gales e calça bege.

 

 

Dicas:

 

  1. Combinação com jeans: durante o dia até o principio da noite e uma ótima pedida, à noite já não funciona tão bem.
  2. Não é aconselhável ir de jeans em ocasiões formais como um casamento. Use uma calça social, se ela for escura, calce sapatos pretos, se for clara, marrons.
  3. Também e inadmissível o uso de malhas com gola rulê em ocasiões formais.

 

 

Fonte: Manual da Elegância – Fernando de Barros.

 

Dica de Férias !

AMSTERDAM

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É a capital, e a maior cidade dos Países Baixos, situada na província Holanda do Norte. Seu nome é derivado de uma represa (dam) no rio Amstel, o rio onde fica a cidade. A cidade é conhecida por seu porto histórico, seus museus de fama internacional, sua zona de meretrício (Red Light District), seus coffeeshops liberais, e seus inúmeros canais que levaram Amsterdã a ser chamada a “Veneza do Norte”.

 

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Amsterdão tem 735.526 residentes (2002), enquanto que sua área metropolitana tem cerca de 1.450.000 de habitantes. É o centro de uma vasta zona urbana contínua, denominada Randstad, que se estende de Roterdão a Amsterdão e também Utrecht, com cerca de 6,5 milhões de habitantes.

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A cidade destaca-se pelo seu setor financeiro, sendo o quinto centro financeiro europeu. Com mão-de-obra qualificada no sector logístico, a cidade destaca-se por sua infra-estrutura que reúne um aeroporto internacional e um moderno porto marítimo. Com um clima tipicamente Europeu, as noites de Amsterdam bombam de gente interessante em seu bares estilosos e glamurosos. Fora que a cidade de dia e linda, com seus canais que mais parecem cenários de filme romântico.  

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fonte: Wikipédia.

E mais filmes…

Uma nova dica de filme:

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Ainda não assisti, mas as criticas sobre ele são otimas.

SAUDADE!!!!

Acordei normalmente com acordo todos os dias, as 11:00h. Levantei fui tomar café na vizinha, como de costume, e voltei pra fazer minhas coisas, atualizei o que tinha que atualizar, enviou o que tinha que enviar, despachou o que tinha que despachar enfim… Lavei roupa, o almoço saiu as 3:00h como de costume também e passei o resto da tarde entre cochilos e sessão da tarde… Só no inicio da noite que me bateu saudade, saudade dela, que nunca mais vi, mas nunca sai do meu olhar, da minha mente, do meu coração, ai senti um arrepio no meu corpo, será que era a presença dela que eu estava sentindo? Será que ela sente o mesmo que eu? Será que a uma ligação depois de tudo? Não sei, só sei que ela não me sai do pensamento, ainda vivo em função dela, tudo que eu tenho agradeço a ela, tudo que sou quem me deu foi ela… Então procurei algo que expressasse esse amor tão grande que sinto por ela através de uma imagem, fui ao google e procurei… Então me veio à idéia. Que imagem expressa esse sentimento melhor que essa?

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Te  Amo infinitamente Mãe…

 

Filmes Maneiros…

Bom, aqui esta algumas opções de filmes, um pouquinho apimentados, mas bacanas. Confira:

1º La León

Cercado por um labirinto de afluentes do rio Paraná que corta a natureza selvagem, Álvaro vive um cotidiano simples e solitário pescando e colhendo juncos. Nesse remoto delta da Argentina perdido no tempo, em que os habitantes da ilha local formam um povo melancólico e silencioso, a homossexualidade de Álvaro agrava seu isolamento.

A única ligação entre esse território sem fronteiras e a cidade é um barco-táxi chamado La León. Seu capitão, El Turu, é um homem violento e intolerante, mas também respeitado na comunidade cujo único meio de transporte são embarcações artesanais e impróprias para longas viagens. Neste contexto, El Turu se sente ameaçado pela “diferença” de Álvaro e passa a molestá-lo. O conflito entre os dois provará que a agressividade de Turu é apenas um modo de esconder a sua própria confusão emocional.

Muito além da homossexualidade, o tema de LA LEÓN é mero mecanismo para que o diretor Santiago Otheguy pudesse realizar claramente uma obra artística sobre o desejo latente e as suas conseqüências. Ele concentra sua câmera na força dos olhares, no clima sombrio e em tomadas com uma aura de mistério. Barcos trafegam por um lugar ermo e pouco explorado, envolto por florestas densas. Metaforicamente esse é o universo dos personagens em relação aos seus anseios mais nuviosos.

Interessante que o roteiro, também de Otheguy, cria um clima de atração em uma sociedade pobre e arcaica. Por nenhum instante a narrativa cai no lugar comum. São cenas de poucos diálogos em que o espectador precisa estar atento. Entender suas intenções é um exercício de meditação. Um filme para poucos pelo seu formato artístico, mas com certeza, não direcionado especificamente para o público gay.

Shortbus

Vários jovens de Nova York encontram-se num salão infame e underground chamado Shortbus, onde se deparam com situações cômicas e trágicas envolvendo amor, música, política e sexo. Sofia é a terapeuta sexual que nunca teve um orgasmo e por isto fingiu durante anos para seu marido, Rob. Ela conhece Severin, uma dominatrix que tenta ajudá-la. Entre os clientes de Sofia está o casal gay James e Jamie, que começa uma relação aberta com Ceth. O filme sugere uma forma de diminuir a pressão pós-ataques terroristas de 2001 e assim reconciliar melhor as pessoas.

3º Sob a luz de Paris
A capital francesa emoldura os romances de Canções de Amor

Desde as primeiras cenas de Canções de Amor, Christophe Honoré deixa bem claro em qual terreno o espectador vai pisar. O diretor quer contar uma história romântica como tantas outras. Só que inverte papéis, acentua a tonalidade GLS e usa cantoria no lugar dos diálogos. Embora estranho e inusitado à primeira vista, não é preciso ir muito longe para saber sua fonte. A inspiração vem do musical e ícone do cinema francês Os Guarda-Chuvas do Amor (1964), de Jacques Demy, referência na carreira do realizador. Ator-fetiche de Honoré, com quem trabalhou em Ma Mère (2004), inédito no Brasil, e no drama Em Paris (2006), Louis Garrel interpreta Ismaël. O rapaz vive um impasse afetivo. Apaixonado pela namorada, Julie (Ludivine Sagnier), tem de dividi-la com Alice (Clotilde Hesme). O triângulo amoroso sofrerá uma ruptura na primeira parte do roteiro – em outras duas serão abordados a ausência do amor e o recomeço da paixão, agora entre dois homens. Honoré foge do sentimentalismo barato e tem olhar clínico para registrar Paris, aqui sob o céu cinzento do inverno. Sublinhada por catorze melodiosas (e muitas vezes tristíssimas) canções de Alex Beaupain, a fita flagra romances, digamos, mais modernos. Mas sob o encanto e o arrebatamento dos folhetins do passado.

fontes: revista junior, sites especializados em cinema.

 

Alerta Visivel!!!

Vagando por aqui, achei esse post que por sinal mostra um assunto importante e preocupante. Leiam…

Moda  Masculina e Preconceito

Li várias notas sobre o uso de saias masculinas, e muita gente fez comentários negativos sobre homens que usam saias, então decidi escrever um pouco sobre o preconceito na moda.

Em primeiro lugar, cabe esclarecer aos que julgam saia coisa de mulher ou de homossexual que homossexualismo é sentir tesão por pessoas do mesmo sexo e não tem nada a ver com usar saias, gostar de fio terra, inversão, gostar de camisa rosa, etc. Além disso, no passado, todo mundo usava saias (homens e mulheres). Ou vocês já viram alguma imagem de Jesus Cristo de calça comprida ou Nero de terno e gravata? ;)

Na moda feminina existem preconceitos, mas menos do que na moda masculina, creio eu. É comum ver meninas que nunca experimentaram uma saruel dizer que não gostam. Há algum tempo, eu achava saruel estranha, mas aos poucos fui me acostumando à idéia e hoje tenho uma linda, feita por mim, e estou querendo fazer mais 3 ou 4 pois são super confortáveis e, dependendo do tecido e modelagem, ficam lindas.

Voltando à moda masculina, a maior parte dos preconceitos está ligada aos comentários sobre a sexualidade de quem usa. Homem que usa alguma peça em rosa ou tons mais rosados, que foge dos tons neutros e usa cores fortes, que usa saias, calça saruel, brincos e uma série de outras coisas é taxado de “viado”. Só para lembrar aos “desavisados”, homofobia é crime.

Bom, pra começar, o que o cara faz na vida sexual dele é problema dele. Não tem nada de errado em ele ser homossexual. Cada um curte sua vida sexual como quer. Sexo é algo que tem de ser concensual entre os parceiros. Se não está fazendo mal a ninguém, beleza.

Esse tipo de preconceito tem a ver com o machismo. Muita gente acha muito normal ser machista, mas na real é bizarro, é ultrapassado e desrespeitoso com as mulheres e com o público glbt.

Mas, este não é um blog sobre sexo e, embora eu tenha liberdade de falar sobre comportamento por isso ser ligado à moda, o foco aqui é falar de moda e imagem pessoal.

As saias podem vestir bem qualquer homem, desde que ele tenha postura para usa-las. Digo postura no sentido de não se importar com as críticas. Não se sentir menos homem por causa da saia que veste.

O mesmo vale para todo tipo de roupas e complementos que as pessoas olham meio de lado, com preconceito.

Em primeiro lugar o homem tem de eliminar (ou minimizar) o próprio preconceito. A partir do momento que ele vê que nem aquela peça nem comentário de terceiros vão influenciar na sua sexualidade, ele está apto a usar todo tipo de roupa que não seja usado por todo mundo. E isso é positivo, pois a roupa fala muito sobre quem usa. E quem gosta de ousar tende a ser ousado (ou querer ser) também no modo de vestir.

Duckie Brown criou vestidos masculinos para sua coleção primavera 2009. Sinal de que, na moda, nada é fixo. Nem mesmo o vestuário masculino.

Ao falar de ousadias da moda, falo até mesmo de ternos em cortes mais modernos, com detalhes pouco usuais. Para mim não faz sentido algum um homem jovem usar um terno de corte clássico, como se tivesse pegado o terno do pai para usar naquela ocasião.

A moda acompanha as mudanças sociais. E quem realmente gosta de moda tem uma cabeça aberta para o que é novo.

Bom, só pra deixar bem claro, não estou incentivando ninguém a ser vítima da moda. Usar sabiamente a moda é usar o que transmite bem o seu jeito de ser. Adequar cada tendência ao seu jeito de ser e pensar e descartar as que não combinam com esse jeito e/ou com seu tipo físico e estilo pessoal.

Quem tem estilo sabe usar a moda a seu favor. Sem ser escravo dela.

 

Bom, gostaria de saber a opinião dos leitores (e leitoras) sobre o preconceito na moda masculina. O que pensam sobre esses preconceitos? Usariam peças diferentes? E as mulheres, o que pensam dos homens que se vestem de um jeito mais ousado?

E quem tiver vontade de ousar (mesmo que um pouquinho) e não souber bem como ou souber, mas quiser uma ajudinha, pode fazer contato também. Isso vale para homens e mulheres.

Vanessa Versiani

Então, achei digno e muito valido o post da minha amiga blogueira na qual ressalta um assunto presente e tão pouco percebido…moda é para todos, cada um usa o que quer é o quer der na cabeça usar, sem esagero, para não passar por ridiculo.

Mais Dicas…

Mais um poste em prol das poc-poc…

Bom, se depois das dicas que eu deixei explicitamente exposta aqui, e com certeza ainda porei mais, as poc-pocs ainda estão meio perdidas, aconselho-as a assistirem O DIABO VESTA PRADA, é bem a cara dela.

O filme O DIABO VESTE PRADA vem mostrar o mundo inebriante da moda de Nova York, onde o manequim 36 é o novo 40 e um cabelo mal arrumado pode acabar com uma carreira, a revista Runway é o próprio Santo Graal. Administrada com pulso forte e sofisticado por Miranda Priestly (MERYL STREEP), a mulher mais poderosa da moda, Runway é uma temível armadura para qualquer um que deseje vencer na indústria da moda.
Para transformar a revista na bíblia da moda de Nova York e, portanto, da moda mundial, Miranda não deixou pedra sobre pedra em seu caminho, inclusive uma longa lista de assistentes que não conseguiram se manter no posto. É um emprego ao qual só sobrevive quem não tem respeito próprio e, no entanto, é uma oportunidade pela qual um milhão de jovens mulheres em Nova York matariam para conseguir.
Um cargo de assistente de Miranda poderia escancarar as portas para a recém-formada Andy Sachs (ANNE HATHAWAY). Mais para estudante sem estilo do que para haute couture, ela figura solitária entre o pequeno exército de “saltinhos” da equipe da Runway – divas da moda magérrimas, batendo seus saltos altíssimos pelos corredores da matriz da revista em Manhattan. Quando Andy chega para a entrevista, começa a entender que será preciso mais que iniciativa e determinação para vencer nessa área. E o teste definitivo está diante dela, vestida de Prada dos pés à cabeça.
Miranda tem o poder de fazer o mundo fashion girar como uma bola de basquete, mas é incapaz de encontrar e manter uma boa assistente. Andy é toda inadequada para o cargo, mas tem algo que falta às outras assistentes: ela se recusa a fracassar.
Para tornar-se a assistente perfeita, Andy terá de passar por uma transformação. Logo, para desgosto de seu namorado Nate (ADRIAN GRENIER), ela será capaz de falar como deve, andar como deve (num impecável Manolo Blahnik) e nunca mais confundir Dolce e Gabbana. Porém, quanto mais enxerga a vida pelos olhos de Miranda, mais compreende que o mundo dela é fabuloso, mas solitário; e que, por vezes, o sucesso depende de um grande sacrifício – mas a que preço?

Continua…